Site do Autor: Blog do Benett
3 de setembro de 2013
Amok - Cabeça, Tronco e Membros
Site do Autor: Blog do Benett
28 de fevereiro de 2013
Os Malvados
Ler os jornais, sejam os velhos papéis ou os digitais, é uma atividade prazerosa. Informações são elencadas e misturadas. E como boa gente grande
leio o que é apresentado, porém, em certo momento, a infância vem e corro os olhos para os quadrinhos. Ultimamente tenho lido e apreciado muito os quadrinhos de André Dahmer, que, com uma dose divertida de sarcasmo e ironia, realiza sua crítica sobre temas cotidianos (principalmente em Os Malvados).
Além dos personagens de Os Malvados, André Dahmer criou Emir Saad (ditador de Ziniguistão), as séries de tirinhas Apóstolos, a série
, Cidade do Medo
e, mais recentemente, Quadrinhos dos anos 10
, histórias que podem ser vistas no site Os Malvados.
Suas criações podem ser encontradas principalmente no jornal Folha de São Paulo.
- Malvados (2005);
- O Livro Negro de André Dahmer (2007);
- Malvados (2008);
- A cabeça é a ilha (2009);
- Ninguém muda ninguém (2011);
- Rei Emir Saad: O monstro de Zazanov (2011).
5 de agosto de 2012
Contos do Absurdo
Uma das coisas que mais agradeço pelo advento da Internet são as possibilidades que ela nos apresenta: navegar a esmo, por vezes, nos faz encontrar pequenos tesouros...
Contos do Absurdo é um projeto interessante idealizado por Mario Mancuso, que reúne histórias de vários tipos sobre o bizarro e o sobrenatural. A revista é digital e gratuita, podendo ser baixada no site Contos do Absurdo.
Uma miscelânea de estilos, formatos, traços, torna a revista um conteúdo bem legal de ser lido, e principalmente (para quem não está acostumado) de forma rápida.
Para os aspirantes e aventureiros, a revista é aberta a novas contribuições, bastando que mande o projeto ou sugestão para apreciação!
Um projeto bem interessante, que vem a contribuir de forma positiva com o cenário brasileiro de HQs!
21 de junho de 2012
E Nós o recriamos...
Neste tempo louco de junho sai a graphic novel de Rafael Campos Rocha, artista plástico e quadrinhista, Deus, essa gostosa.
Com heresia no nome e em sua descrição, a graphic novel traz uma leitura interessante dos personagens bíblicos e de temáticas complexas como religião e sexo.
Deus, essa gostosa tem ganhado muitos fãs na mesma proporção do desconforto que causou, pois nesta narrativa o leitor acompanha sete dias da vida desta Criadora incomum, fã de futebol, amiga de Karl Marx e do Diabo, dona de sex shop, envolvida em movimentos exóticos/esotéricos do amor carnal.
Embora ainda não tenha lido, achei a proposta bem interessante!
28 de novembro de 2011
Vida e Morte da Porraloca!

Ninfomaníaca? Bêbada? Viciada? Não existem adjetivos próprios e impróprios que descrevam Rê Bordosa. A diva do mundo underground é uma criação do cartunista Angeli.
Criada em 1984, Rê Bordosa era o símbolo de uma época: mulheres entrando na meia idade que viviam seus problemas existenciais em meio ao sexo livre, drogas e tudo o mais que viesse. Uma personagem de caráter escrachado e sem qualquer pudor, o que confere todo seu charme.
Personagem de maior sucesso de Angeli, Rê Bordosa fez sua primeira aparição na antiga revista Chiclete com Banana, e fez grande sucesso. Tamanho, que foi morta pelo autor, para que ela não estigmatizasse a carreira do mesmo. Aqui uma entrevista retirada do site Universo Hq, onde o autor comenta sua conturbada relação com a personagem:
Pergunta - Exatos 13 anos depois da morte da Rê Bordosa, a personagem ainda te incomoda?
Angeli - Bom, creio que não me incomoda mais. Até porque o que mais me angustiava era a possibilidade da existência dela se tornar um grude na minha carreira. Daí a decisão de matá-la.
Pergunta - Você já comentou que começou a se sentir incomodado com a possibilidade da personagem ficar maior do que o autor. Foi isto que o levou a parar de publicar tiras da personagem?
Angeli - Sim, é verdade. Sempre me irritou muito em entrevistas de outros desenhistas aquela coisa do "mundo encantado de Maurício de Sousa", ou "mundo encantado de Saci Pererê" (Ziraldo). Enfim, o mundo encantado de qualquer coisa. O meu projeto não tinha muita pretensão de seguir uma trajetória específica, mas a visão que eu tenho do meu trabalho é que, no todo, ele resulte em uma crítica de comportamento, no qual todos os personagens, charges e textos se juntem em uma crítica só.
Pergunta - No caso de Rê Bordosa, a personagem seguiu um caminho diferente, fugiu a seu controle?
Angeli - Quando eu percebo que alguma coisa está tomando um rumo que sai um pouco fora deste projeto, começa a me incomodar. E a Rê Bordosa, de alguma forma, estava apagando o brilho dos outros personagens.
Pergunta - Como assim?
Angeli - Ela era uma personagem muito forte e gostosa de trabalhar, mas problemática. O meu medo foi sempre de ter que carregá-la e me ver obrigado a desenhá-la até por uma questão de mercado. O leitor gosta, funciona, claro. Mas se eu fosse fazer um livro tinha que botar ela na capa, e isso começou a me incomodar. Qualquer proposta que de trabalho, era com a Rê Bordosa em primeiro lugar. E meu objetivo era fazer uma coisa mais ampla do que uma personagem.
Pergunta - A Rê Bordosa foi assassinada há 14 anos. Ela era muito voltada a mulher daquela época (1984 a 1987). Você acha que atualmente existem muitas Rê Bordosas por aí?
Angeli - As leitoras da época da Rê Bordosa continuam muito fiéis a ela. As mulheres de hoje que não a leram, possuem os mesmos problemas que ela tinha na década de 80. Creio que agora a autodestruição, através do sexo, do álcool e do cigarro é menor. Esta geração ainda tem um sentimento de culpa, problemas de adequação com o sexo oposto, com uma sociedade machista e também diante do que as mulheres acham o que é certo ou errado.
Pergunta - Como você contextualizaria sua personagem naquela época?
Angeli - A Rê Bordosa era um corpo estranho no movimento feminista ou machista, seja o que isso fosse. Então, hoje em dia ainda tem esses problemas, mas a forma de atuar é diferente. Talvez a droga que se usa hoje seja diferente e o álcool não esteja tão presente. E tem também a AIDS, que mudou muito o comportamento das mulheres.
Pergunta - A Rê Bordosa nasceu em 1984 e morreu em 1987. A AIDS já estava começando a ser discutida. Hoje, você acha que, com o tempo, a AIDS poderia mudar o comportamento da personagem?
Angeli - Acho. Eu não gostaria de mudar o meu personagem por causa de uma doença que surgiu. Mas, sem dúvidas, o comportamento sexual da mulher de hoje mudou. Fazer loucuras sexuais não é mais a mesma coisa de quando a Rê Bordosa fazia. Como, por exemplo, levar um time de futebol para dentro da banheira. Acredito que isto não existe mais.
Pergunta - Em algum momento da vida você se sentiu Rê Bordosa?
Angeli - Pode falar de uma década toda (risos)
Pergunta - Conte uma história de Rê Bordosa que você tenha vivido...
Angeli - Uma vez rolou uma bebedeira muito grande, e eu e o Homero (amigo de infância) acabamos presos na 4ª delegacia. Fizemos um teatro lá dentro, estávamos tão bêbados que começou a achar engraçado tudo aquilo. Tomamos umas porradas e pontapés e mandaram a gente embora.
Tinha um poste na frente da delegacia, e a coisa que nós dois mais queríamos era fazer xixi. Então, descemos as escadas, paramos no poste e começamos a mijar, um de cada lado do poste. Acho que isso é uma atitude de Rê Bordosa.
Tem também um outro caso que aconteceu em Ouro Preto, Minas Gerais. Eu e Glauco (cartunista) ficamos bebendo uma semana inteira, e fomos atrás das menininhas da cidade. Nessa mesma viagem, arrumei uma namoradinha e fui para a casa dela. Fiquei lá um tempo, namorei e tudo. Umas 6h da manhã, eu falei: "Não vou dormir aqui, vou para minha casa". Saí de lá, mas esqueci que Ouro Preto é feita de ladeiras intermináveis, e eu não havia calculado o quanto tínhamos andado de madrugada até chegar na casa da menina. E foi um sufoco até chegar no hotel, eu me arrastava por aquelas ladeiras, com os bofes para fora. De repente abrem uma fresta de uma janela e gritam: "Aí, Angeli, tá longe de casa, hein, meu?" Eu só consegui lançar uns grunhidos, mas não tinha nem ideia de onde vinha o grito.
Para matar a saudade dos fãs, a Devir / Jacarandá lança uma coleção com as obras de Angeli. Rê Bordosa, vida e obra da porraloca é o terceiro volume da série Sobras Completas do autor.
Outra grande homenagem à personagem foi Dossiê Rê Bordosa, um curta metragem, feito em stop-motion, dirigido por César Cabral, que tenta explicar os motivos que acarretaram a morte de Rê Bordosa por seu próprio criador, o cartunista Angeli.

Sites Interessantes:
- Universo Online - onde se encontra uma novela feita especialmente para internet, em que o autor ressuscita sua falecida personagem.
- Dossie Rê Bordosa - um site onde você pode encontrar maiores informações sobre o curta.
- Devir - site onde você pode encontrar informações sobre as publicações de Angeli.
7 de novembro de 2011
É Dura a Vida no Campo
Procurando por tirinhas humorísticas para utilizar em trabalhos escolares, deparei-me com o autor Sávio Moura e sua obra É dura a vida no campo. Quadrinhos bem humorados, que possuem como pano de fundo a vida no campo dos pampas.
Não há como não rir com os personagens: Chiru Velho, Dona Palometa, Virso, Juracema, Chumim, O Porco, O Cavalo, A Coruja e O Galo. Com um humor simples, o autor explora toda a cultura gaúcha e o cotidiano do campo de forma espirituosa.

Um pouco do autor...

Sávio Moura nasceu em 18/07/1965, na cidade de São Luiz Gonzaga (região das Missões, noroeste do estado do Rio Grande do Sul). Vivendo em meio a cultura missioneira, se encantando pelos artistas Pedro Ortaça, Cenair Maicá, Jayme Caetano Braun e Noel Guarany (que formam o grupo Quatro Troncos Missioneiros), que valorizam e cantam a cultura da região sulina.
Em 1994, passou a colaborar no jornal A Notícia, como chargista. Dedica-se desde 2006 à tira É dura a vida no campo, criada para concorrer na 2ª Mostra de Artes do Atelier Los Libres.
No ano de 2007, recebeu uma homenagem na 2ª Feira do Livro Infanto Juvenil, realizada pela Prefeitura de São Luiz Gonzaga - SEMEC.
Abaixo seguem trechos de uma entrevista dada pelo autor ao jornal A Notícia (para ler na íntegra visite a página da entrevista):
A NOTÍCIA: Como surgiu a ideia de fazer a história em quadrinhos “É Dura A Vida no Campo”?
SÁVIO: Historicamente, quase todos os personagens de histórias em quadrinhos tiveram origem em tiras de jornais. Então considero uma evolução natural a criação de um gibi com os personagens da tira “É Dura a Vida no Campo”.
O projeto iniciou ainda em 2009, mas, pela sua complexidade, levou algum tempo para ser concretizado. Com tranqüilidade e com as histórias definidas, o projeto foi apresentado para a Editora Cassol, de Porto Alegre, que se interessou no gibi. Como o tema proposto vai de encontro ao que a editora trabalha, que são nossas tradições gaúchas, acredito que será uma boa parceria.
A NOTÍCIA: Quais as diferenças entre os livros publicados com as tiras de jornais e a revista?
SÁVIO: A produção de uma tira de jornal é muito rápida, pois a idéia já vem pronta, e o desenho pode ser feito em um instante. No gibi, as exigências quanto ao acabamento final é maior, e a produção de uma história leva mais tempo.
Os livros contêm todas as tiras publicadas, desde a primeira. São registros valiosos da evolução da história, com o surgimento e desenvolvimento de cada personagem. São edições luxuosas, e de custo mais elevado. Foi a partir daí que senti a necessidade de ter uma publicação mais acessível. A tira “É Dura a Vida no Campo”possui personagens fortes, com condições de sustentar histórias mais longas. Eu próprio tinha muita curiosidade de saber como o Chiru Velho e Cia. se comportariam em aventuras mais longas. E gostei muito do resultado final.
A NOTÍCIA: Como foi o processo de criação das histórias da revista?
SÁVIO: A criação das histórias seguiu um planejamento inicial: deveríamos ter uma história de mistério com o Chiru Velho, uma de romance com o Virso e a Juracema, e outra com o Porco e os bichos. A criação é completamente diferente de uma tira. Como são historias mais longas, é necessário seguir um plano: primeiro, faz-se uma resenha da história imaginada; ou seja, contar toda ela em texto. Baseado nisso, pode-se fazer o roteiro, que é um rascunho da história definindo o que irá em cada quadrinho. Com o roteiro definido, se começa o desenho a lápis. Depois, é hora da arte final, em nanquim. Em seguida, o desenho passa para o computador, para colocação dos diálogos nos balões e colorização. Após a revisão, a empresa de design faz a adaptação para as exigências da gráfica, a qual é contatada pela editora.
Para mais informações visite o site do autor.
19 de outubro de 2011
Ziraldo

O que a mistura de Zizinha e Geraldo dá?
Ninguém sabe, mas a questão é no que deu, no cartunista, chargista, pintor, caricaturista, escritor, cronista, desenhista e jornalista brasileiro, todos eles reunidos na pessoa de Ziraldo Alves Pinto, ou somente Ziraldo.
Nascido em 24 de outubro de 1932, em Caratinga, viveu com sua família (os pais e sete irmãos) até 1949 onde foi para o Rio de Janeiro viver com o avô.
Em 1957 formou se na Faculdade de Direito de Minas Gerais, em Belo Horizonte. Casou-se no ano seguinte com Vilma Gontijo.
Desde pequeno se interessava por desenhar e ler. Sua carreira começou na revista Era uma vez..., por meio de colaborações mensais. Em 1954, iniciou no jornal A Folha de Minas, com uma página de humor.
Fez inúmeros trabalhos jornalísticos, além de produzir, como artista gráfico, cartazes para inúmeros filmes do cinema brasileiro. Nos anos 60, seus cartuns e charges políticas eram publicados na revista O Cruzeiro e no Jornal do Brasil. Personagens como Supermãe e Mineirinho ficaram populares. Foi nesta época que lançou a primeira revista brasileira do gênero de quadrinhos feita por um só autor: A Turma do Pererê.
Em 1964, a revista foi encerrada pelo regime militar, e seus personagens só voltaram a ser publicados em 1975 pela Editora Abril.
Durante toda a ditadura, Ziraldo lutou contra a repressão fundando, juntamente com outros humoristas, O Pasquim, um dos principais jornais não-conformistas, que incomodou o regime militar até o fim deste.
Ganhador de vários prêmios e reconhecido internacionalmente, Ziraldo já foi até homenageado no carnaval de 2003 pela escola de samba paulista Nenê de Vila Matilde, com o enredo É melhor ler... O Mundo Colorido de um Maluco Genial.
Em 2004, ganhou com o livro Flicts o prêmio internacional Hans Christian Andersen.
Ziraldo é um gênio, seus livros contem um humor inocente, e sua arte gráfica insere ainda mais o tom infantil e leve. Arte gráfica que também pode ser identificada em logotipos, ilustrações, cartazes do Ministério da Educação, camisetas, entre outros.

O Joelho Juvenal conta a história do joelho de um menino, de sua infância até a vida adulta. Um livro bem interessante sobre o processo de amadurecimento.
"Era uma vez um joelho que se chamava Juvenal.
Juvenal tinha um problema, coitado: vivia todo escalavrado.
Também, quem mandou o Juvenal ser o joelho de um menino levado?
Juvenal queria muito aprender língua de menino só pra dizer assim: “Menino, tem dó de mim!”
Mas, quando o esfolado sarava, Juvenal bem que gostava de correr e de saltar.
E ele se desdobrava e se dobrava outra vez todo alegre, pois sabia que, indo e vindo, fazia o menino feliz."

O Menino Maluquinho conta a história de um menino traquinas, alegria da casa, líder da garotada, amigo de todas as horas, o mais sabido, o mais rápido. O livro é um relato de uma infância feliz. Veja a versão online.

O Bichinho da Maçã foi editado pela primeira vez em 1982. De forma alegre conta a história de um bichinho da maçã que adorava contar casos.

As Aventuras do Bonequinho de Banheiro, que utilizando de uma das mais conhecidas imagens do mundo nos traz a história de vida da mesma.
Existem muitas outras obras de Ziraldo, escritas e ilustradas, apenas ilustradas, são tantas que não cabem listá-las aqui, mas certamente é uma obra que vale a pena conferir!
Sites para visitar:
20 de junho de 2011
Anjos e Outras Armadilhas

"...Uma história de anjos e demônios, música e plantas, luz e sombras, contada com todas as cores da noite."
Tive de emprestar palavras para poder descrever o quanto apreciei a obra de Pedro Pires, português, nascido na cidade do Porto (Portugal). Anjos e outras armadilhas é uma série de três contos que podem parecer isolados, mas que se completam. Uma narrativa complexa, com uma poesia sensível e perturbadora.
As imagens vem a completar o quadro da narrativa, com ilustrações que nos deixam uma impressão de sonho e irrealidade, atmosfera que a todo momento acompanha a narrativa.
O autor escreveu, ilustrou, produziu a capa, foi responsável pelo projeto de gráfico e as letras da edição publicada pela Devir Editora.
Uma estreia muito boa do autor!!

Sobre o autor, Pedro Pires é publicitário desde 1989, dedicou também especial atenção à ilustração e à pintura. Tendo exposto alguns inéditos coloridos no Salão de Banda Desenhada do Porto de 1999. Dois anos depois, viu editado Desse teu Corpo, a sua primeira história em quadrinhos colorida após as experiências anteriores em preto-e-branco, como Senti-a no Braço (com argumento de Vale da Silva) e Olivião, publicadas na Coleção Quadradinho.
Nos últimos tempos, também tem experimentado a ilustração infantil. Depois de executar alguns trabalhos na área de tradução e design para a Devir em Portugal, teve o primeiro capítulo de Anjos e Outras Armadilhas pré-publicado na revista Comix # 3.
29 de dezembro de 2010
O Indispensável Calvin
Nota: todos os poemas e imagens deste artigo estão disponíveis na página do livro no Google Livros e são protegidos por direitos autorais.
I don't remember what it was, which prob'ly goes to show
That many times a simple choice can prove to be essential
Even though it often might appear inconsequential
Left or right I'm sure I went. (I wonder which it was!)
Anyway, I never veered: I walked in that direction
Utterly absorbed, it seems, in quiet introspection.
For no reason I can think of, I've wandered far astray.
And that is how I got to where I find myself today.
Não me lembro o que foi, o que talvez prove
Que amiúde uma simples escolha é essencial
Muito embora amiúde pareça inconsequente.
Esquerda ou direita, estou certo, segui. (E qual foi!)
Mesmo assim, nunca me desviei: caminhei em tal direção
Inteiramente absorto, talvez, em calma introspecção.
Sem motivo imaginável, o vasto espaço percorri
E por tal viagem hoje me encontro aqui.
____________________________________________
Out in the wild, amongst wonders untold.
Equipped with our wits, a map, and a snack,
We're searching for fun and we're on the right track!
Pela selva, por entre surpresas ferozes.
Com um mapa, lanche e nosso juízo,
Diversão buscamos e estamos conseguindo!
____________________________________________
I don't quite believe it, but that's what she said.
She explained that she'd been so uniquely endowed
To catch me when I did Things Not Allowed.
I think she must also have eyes on her rear.
I've noticed her hindsight is unusually clear.
Não creio muito, mas ela quer que pareça.
Ela explicou que recebeu esse dom peculiar
Para quando faço Coisas Proibidas me pegar.
Acho que ela também tem olhos no traseiro.
Notei que mesmo atrás dela ela me vê inteiro.
____________________________________________
If what it thinks is here or there.
It tells me stories it invents
And makes up things that don't make sense.
I don't know why it does this stuff.
The real world seems quite weird enough.
Se o que pensa está longe ou em uma lupa.
Conta-me histórias que ela própria cria
E inventa coisas que eu mesmo não pensaria.
Eu não sei por que ela me faz isso
O mundo real já é bastante esquisito.
____________________________________________
Where aliens paid good money to see'em?
And suppose that they'd put me together all wrong,
Sticking bones on to bones where they didn't belong!
Welded to mandibles that once had been mine!
With each misassemblage, the error compounded,
The aliens would draw back in terror, astounded!
The most hideous thing ever seen in creation!
The museum would commission a model in plaster
Of ME, to be called, "Evolution's Disaster"!
Dozens of theories to help postulate
How man survived for those thousands of years
With teeth-covered arms growing out of his ears!
No matter HOW much to see me the aliens paid.
E para vê-los aliens pagassem e viessem?
E suponha que me montassem todo errado,
Grudando ossos distantes, lado a lado!
Coladas na mandíbula que um dia foi minha!
Com cada peça errada, criado o equívoco,
Os aliens ficariam apavorados, impossível!
A coisa mais hedionda jamais vista na criação!
O museu encomendaria um modelo em gesso vivo
De MIM, a ser chamado, "O Desastre Evolutivo"!
Dúzias de teorias, a pensar postulariam
Como o homem por séculos teria sobrevivido
Com braços dentuços saindo do seu ouvido!
Não importa QUANTO os aliens paguem para me ver.
____________________________________________
Alas, I had no choice.
This was made quite clear to me
In threat'ning tones of voice.
And scrambled 'cross the floor.
But though I grabbled the furniture,
They dragged me out the door.
I cried my red eyes dry.
The window down, I yelled for help
To people we passed by.
And certain things forbid,
But I can make them wish that they
Had never had a kid.
Ai de mim, não tive opção.
Isso me foi bem explicado
Em vozes de terrível tom.
E me arrastei pela sala.
Mesmo tendo arranhado a mobília
Eles me puxaram para fora.
Chorei com pupilas inchadas.
A janela aberta, implorei ajuda
Às pessoas andando na calçada.
E a certas coisas dizer proibido,
Mas eu posso fazê-los desejar
Que uma criança jamais tivessem tido.
____________________________________________
The sheets pulled to my head.
My tiger is here making Zs.
He's furry and hot.
He takes up a lot
Of the bed and he's hogging the breeze.
O lençol da minha cabeça pulou.
Meu tigre aqui fazendo Zês.
Ele é quente e peludo
Ele tomou quase tudo
Da cama e monopolizou a brisa.
27 de setembro de 2010
Prêmio Abril de Personagens

A Editora Abril está lançando o "Prêmio Abril de Personagens" com intuito de estimular a criação de narrativas para público infanto-juvenil, ou seja, entre 7 e 12 anos, de ambos os sexos.
Os trabalhos serão selecionados pela Editora Abril, pela Associação Brasileira de Produtores Independentes d Televisão (ABPI-TV) e também serão colocados a disposição do voto popular.
O ganhador irá garantir um contrato com a Editora Abril e terá sua obra publicada.
15 de março de 2010
Você é um bom homem, Charlie Brown!
Em 1948, Schulz vendeu um painel de tira cômica para o Saturday Evening Post e continuou a vendê-los entre 1948 e 1950.
Em 1950, Schulz foi para Nova Iorque com muitos projetos de desenhos para uma reunião que foi muito importante em sua carreira. Ele foi a uma reunião da United Feature Syndicate. E então, no dia 2 de outubro de 1950, Peanuts, nome de que no começo Schulz não gostou, fez sua estréia em sete jornais dos Estados Unidos e logo transformou-se em um grande sucesso.
O sucesso das tiras nos jornais foi tão grande que em 1973 transformaram-se em desenho animado, com o episódio A Charlie Brown Thanksgiving (algo como O Dia de Ação de Graças de Charlie Brown). A popularidade tornou-se maior ainda, levando à criação de vários produtos com o tema Peanuts, desde cadernos e camisetas a pastas de dente. Peanuts teve também quatro longas-metragens.
Em dezembro de 1999, Schulz anunciou sua despedida dos jornais, devido a problemas de saúde. Um mês após a publicação de sua última tira, em 3 de janeiro de 2000, Charles Monroe Schulz faleceu em Santa Rosa, EUA, no dia 12 de fevereiro de 2000, aos 77 anos de idade. Porém seus desenhos e personagens mantêm-se imortalizados no mundo todo.
17 de fevereiro de 2010
Claymore
A história gira em torno da principal personagem Clare, uma Claymore de último nível em sua organização. As Claymores são mulheres metade humanas e metade youma, criadas pela organização para caçar youmas.
O ponto chave da história é que usando da força que eles querem destruir, ou seja, os youmas, as Claymores são suscestíveis a se tornarem um outro tipo de demônio, os Kakuseishas.
O anime é muito bom, com um traço bonito, e com uma história muito boa.

Abertura
Encerramento
Links dos Episódios
Episódio 1 - Claymore
Episódio 2 - A carta negra
Episódio 3 - Escuridão no paraíso
Episódio 4 - O despertar de Clare
Episódio 5 - Teresa do Sorriso Aparente
Episódio 6 - Teresa e Clare
Episódio 7 - Marcada para a morte
Episódio 8 - Despertar
Episódio 9 - As destruidoras (parte 1)
Episódio 10 - As destruidoras (parte 2)
Episódio 11 - As destruidoras (parte 3)
Episódio 12 - Lápides Intermináveis (parte 1)
Episódio 13 - Lápides Intermináveis (parte 2)
Episódio 14 - Pronta para lutar
Episódio 15 - A garganta da bruxa (parte 1)
Episódio 16 - A garganta da bruxa (parte 2)
Episódio 17 - A garganta da bruxa (parte 3)
Episódio 18 - A guerra do norte (parte 1)
Episódio 19 - A guerra do norte (parte 2)
Episódio 20 - A guerra do norte (parte 3)
Episódio 21 - A invasão de Pieta (parte 1)
Episódio 22 - A invasão de Pieta (parte 2)
Episódio 23 - Limite Crítico (parte 1)
Episódio 24 - Limite Crítico (parte 2)
Episódio 25 - Pelo bem de alguém
Episódio 26 - Aos Vitoriosos (final)
Links Interessantes:
18 de dezembro de 2009
Quadrinhos

Essa idéia persistiu durante muito tempo, duas décadas se passaram antes que editoras como Ibep e Ática adotassem essa linguagem em suas publicações.
A partir daí, as coisas foram mudando, e percebeu-se que as revistinhas eram quase sempre o primeiro contato de várias gerações de crianças ( e alguns adultos, pq não?!) com a leitura.
É o que argumenta em sua tese a pesquisadora Valéria Aparecida Bari, onde ela discute a importância das histórias em quadrinhos na formação do gosto pela leitura das crianças, a partir de experiências de 2 países (Brasil e Espanha).
Para ver a reportagem na íntegra clique.
Agora quando você estiver vendo aqueles quadrinhos, não se sinta culpado por lê-los ao invés daquele livro enorme de 500 págs., quadrinhos também podem ser um instrumento interessante para veiculação de cultura, lembrando também que ele é constituido de dois elementos distintos (texto e desenho) que se completam, formando uma arte única, diferente e própria.
No blog já foi postado quadrinhos, tirinhas como Garfield, Calvin & Haroldo, Sandman, Morte, e aqui vai mais um:
Mafalda é uma tirinha escrita e desenhada pelo cartunista argentino Quino, a personagem foi, de nome inspirado da novela Dar la cara (David Viñas e outros), foi criada em 1962 para um cartoon de propaganda que sairia, originalmente, no diário Clarín, mas com o cancelamento do contrato, a campanha foi cancelada.
Mafalda só veio a luz do público por sugestão de Julián Delgado, na epóca editor-chefe e amigo de Quino do hebdomadário (publicação semanal) Primera Plana.
Foi publicado no jornal de 29 de Setembro de 1964, apresentando somente as personagens de Mafalda e seus pais, e acrescentando Filipe em Janeiro de 1965. Uma disputa legal surgiu em Março de 1965, e assim a publicação acabou em 9 de Março de 1965.
Uma semana mais tarde, dia 15 de Março de 1965, Mafalda começou a aparecer diariamente no Mundo de Buenos Aires, permitindo ao autor cobrir eventos correntes mais detalhadamente. As personagens Manolito e Susanita foram criadas nas semanas seguintes, e a mamãe de Mafalda estava grávida quando o jornal faliu em 22 de Dezembro de 1967.
A publicação recomeçou seis meses mais tarde, em 2 de Junho de 1968, no hebdomadário Siete Días Illustrados. Como os quadrinhos tinham que ser entregues duas semanas antes da publicação, Quino era incapaz de comentar as notícias mais recentes. Ele decidiu acabar com a publicação das histórias em 25 de Junho de 1973.
Desde então, Quino ainda desenhou Mafalda algumas poucas vezes, principalmente para promover campanhas sobre os Direitos Humanos. Por exemplo, em 1976 ele fez um pôster para a UNICEF ilustrando a Declaração Universal dos Direitos da Criança.
Na Cidade de Buenos Aires existe uma praça chamada Mafalda

O mundo de Mafalda
A maioria das histórias que não eram intimamente relacionadas com a atualidade da época e com eventos hoje esquecidos têm sido reeditadas em livros. Isso exclui os primeiros, publicados no Primera Plana, mas jamais reimpressos em livros até 1989.
Mafalda (1966)
Así es la cosa, Mafalda (1967)
Mafalda 3 (1968)
Mafalda 4 (1968)
Mafalda 5 (1969)
Mafalda 6 (1970)
Mafalda 7 (1972)
Mafalda 8 (1973)
Mafalda 9 (1974)
Mafalda 10 (1974)
Mafalda Inédita (1989)
10 Años con Mafalda (1991)
Toda Mafalda (1992)
El Mundo de Mafalda (1981) (desenho animado)
Apesar de a maioria das histórias terem sido traduzidas em diferente línguas européias, bem como em chinês tradicional e simplificado, elas foram raramente publicadas em inglês; na verdade, jamais nos Estados Unidos.
Uma adaptação de Mafalda foi criada em desenho animado por Carlos Márquez em 1982, apesar da oposição de Quino em adaptações ao cinema ou teatro. O desenho é pouco conhecido e divulgado.
14 de dezembro de 2009
Atividade Paranormal em Quadrinhos!
Se você achou que a Katie foi fazer ponta em filmes como O grito, e outros de terror em que há uma menina possuída, ou que simplesmente não tava nem aí pra saber o que aconteceu com ela... Surpresa! A Editora IDW fez a sequência de um dos filmes mais apavorantes do ano.
Paranormal Activity: The Search for Katie é o nome da HQ, que estrela o demonologista Dr. Johann Averys (que nunca é visto no filme, apesar de mencionado) em busca da personagem principal após os eventos na sua casa.
A HQ é escrita por Scott Lobdell (X-Men) e desenhada por Mark Badger. E, curiosamente, não terá versão impressa: você só pode ler no iPhone ou no iPod Touch, comprando a HQ digital na loja iTunes.
A HQ já está disponível.
Fonte: Site Omelete.
29 de novembro de 2009
Ciência & Quadrinhos

O cartunista Jão (João Garcia) foi o criador da tirinha "Os cientistas em quadrinhos", cujo objetivo era despertar o interesse das pessoas para ciência, e nada melhor que usar do humor para isso: “Com humor você pode chamar atenção, de forma lúdica, para o que é importante e também ridicularizar o que é besteira”, diz ele.
Segundo o cartunista, não há no blogue lugares comuns e o gênero usado é do tipo que faz o leitor pensar. “O humor das tirinhas e cartuns é feito com personagens quase de carne e osso, sem estereótipos como o cientista maluco".
A tirinha teve muitos colaboradores, como cientistas e jornalistas, por isso a assinatura dos quadrinhos mais antigos estão como "Jão & Cols", traduzido, "Jão & Colaboradores".
No início, o público-alvo da tirinha era o acadêmico e, em 2004, ela passou a ser feita também para as crianças e publicada no suplemento infantil da Folha de S.Paulo, a Folhinha. Além disso, o trabalho de Jão é encontrado nos boletins Telescópio, da Estação Ciência; ComCiência, do Laboratório de Estudos Avançados em Jornalismo da Universidade Estadual de Campinas (Labjor/Unicamp) e no Pro-Scientiae, do Núcleo José Reis da Universidade de São Paulo (USP).
25 de novembro de 2009
Calvin & Haroldo

De acordo com algumas visões, as fantasias mirabolantes de Calvin constituem frequentemente uma fuga à cruel realidade do mundo moderno para a personagem e uma oportunidade de explorar a natureza humana para Bill Watterson.
Ao fim de dez anos de publicação, os fãs consideram Calvin & Hobbes uma obra prima pela sua visão única do mundo, pela imaginação do protagonista e pelas situações insólitas que se estabelecem.
Watterson abandonou a criação que em 1995, embora as tiras continuem a ser publicadas por vários jornais, incluindo brasileiros. A última tira inédita foi publicada em 31 de dezembro de 1995.
- Calvin: um menino de seis anos que vive diversas aventuras e não perde uma chance de se aventurar com sua própria imaginação.
- Haroldo: o tigre de pelúcia e maior parceiro de Calvin.
- Mãe e pai de Calvin: que nunca recebem um nome na série.
- Susie Derkins: vizinha e colega da escola de Calvin, aparentemente destinada a ter uma eterna relação de amor-ódio com ele.
- Miss Wormwood: a professora de Calvin.
- Rosalyn: a dita por Calvin como a "terrível" babá, que é a única da cidade disposta a fazer o serviço de cuida-lo.
- O valentão Moe
Além de diversas outras formas e seres inventados por Calvin como : extra-terrestres, super-heróis, dinossauros e outros, que muitas vezes terminam por ser substituídos pela sua professora aos berros para que ele preste atenção nas aulas.
As tirinhas contém versões condensadas de sabedoria, ironia, e humor, com visões sobre o mundo que nos deixa apaixonado por cada personagem. Uma leitura leve e viciante.
* "A vida é cheia de surpresas, mas nunca quando você precisa de uma."
* "Pessoas sofisticadas usam óculos escuros."
* “Descobri minha missão na terra: fazer com que as pessoas façam a minha vontade. Assim que todos enxergarem isso viveremos em paz.”
* "Eu não faço questão de ser aceito, se eu for só ignorado pra mim já está bom"
* "Oh, Divindade do entretenimento passivo, derramai sobre mim suas imagens conflitantes em velocidade tal que torne o raciocínio impossível."
- Calvin, para uma televisão"
* "O problema das pessoas é que elas são apenas humanas."
* "Vivendo e não aprendendo... esses somos nós."
* "É muito mais divertido culpar as coisas em vez de arrumá-las."
* "Os desapontamentos da vida são mais difíceis de encarar quando você não conhece nenhum palavrão."
* "O mundo provavelmente é mais engraçado para as pessoas que não vivem aqui."
* "Eu sei que a vida é uma jornada, mas eu estou cansado de perder tempo no trânsito."
* "Eu perdi apenas um jogo idiota, meu espirito continua invencível"
* "Ame o pecador, odeie o pecado"
* " Não é porque ele distribui presentes de graça que vai justificar sua incompetência...."
- Quando o Calvin escreve para o Papai Noel, pedindo um foguete atômico e ganha 2 meias e uma camisa.
* "Os únicos conhecimentos que eu tenho paciência de aprender são aqueles que não têm uma real aplicação na vida."
* "Meu cérebro quer me matar."
* "Feito a imagem e semelhança de Deus, Sim Senhor..."
- Calvin só de cuecas se olhando no espelho.
* "Você sabe que vai odiar uma coisa quando não querem lhe dizer o que é!"
* "Nada como tornar o dia das pessoas surreal."
* "Ai, mas um dia de escola... Eles tentaram a qualquer custo construir meu caráter... mas eu fui duro com eles!"
- Quando Calvin chega da escola
* "Eu sou um líder natural! Sou do tipo que comanda! O problema é que ninguém quer ir pra onde eu quero levar..."
* "Eu não posso responder essa pergunta, pois ela vai contra meus princípios religiosos."
- Calvin, ao responder uma questão de matemática que perguntava o resultado de 2 + 7.
* "Eu já não sei mais do que eu quero! Eu gostava mais das coisas quando eu não as entendia!"
* "É um novo mundo Haroldo, vamos explorá-lo"
* "Isto é um trabalho para... um outro qualquer!"
* "É mais fácil pedir perdão do que permissão."
* "O problema com o futuro é que ele continua se transformando no presente."
* "Nada como a pressão do último minuto"
* "Como soldados matando uns aos outros resolvem os problemas do mundo?"
* "Acho que os adultos só fingem que sabem tudo!"
* "Ou alguém vomitou no forno ou mamãe andou cozinhando!"
* "Na frente eu escrevi fique boa logo. Dentro eu coloquei: porque a minha cama não foi arrumada, minhas roupas estão espalhadas e eu estou faminto."
* "A vida é como topografia, Haroldo. Há picos de felicidades e sucessos... pequenos campos da chata rotina... e vales de frustrações e fracassos..."
* "Mas considerando que minha vida esta destruída agora, você não poderia pelo menos levar a culpa?"
* "O segredo da felicidade é a estupidez de auto interesse a curto prazo"
* "Eu sou uma pessoa simples...mas de gostos complexos"
* "Desta vez acho que vou ganhar um ponto por originalidade!"
* "Não sei mas é a única coisa que me impede de estrangular você!!"
- Uma resposta que sua mãe da a ele, quando ele acorda de madrugada gritando por ela, e ela sai correndo da cama desesperada... e então ele pergunta se o amor é comparável a grandes porções de chocolate.
* "Você não chega a ser mãe se não puder resolver tudo"
* "Nada é ruim o suficiente que não possa piorar"
* "Se você faz o trabalho ruim o bastante, às vezes não lhe pedem para faze-lo novamente."
* "A força para mudar o que eu posso, a inabilidade para aceitar o que eu não posso, e a incapacidade para perceber a diferença."
* "Uma boa camiseta transforma o usuário num outdoor corporativo ambulante."
* "A minha identidade está tão envolvida pelo que eu compro que eu paguei à companhia para anunciar seus produtos!"
- Quando Calvin diz que queria que a camiseta dele tivesse um logotipo.
* "A vida é cheia de surpresas ...então porque o ônibus da escola não explode no caminho antes de chegar aqui?"
* "Sabe como Einstein tirava notas ruins quando criança? Bem, as minhas são ainda piores!"
* "Quando você pensa como os utensílios básicos trabalham 'bem', é difícil acreditar que alguém ainda pegue avião."
* "Susie é muito feio abusar de meninos sem escrúpulos."
- A mãe de Calvin, quando Calvin apostou com Susie que comeria 5 minhocas.
* "Porque todo mundo tem bons inimigos menos eu???"
* "Sei lá, parece que quando as pessoas crescem, elas não fazem idéia do que seja legal."
* "Má notícia mamãe, prometi minha alma ao demônio esta tarde".
31 de agosto de 2009
Garfield - 196 tiras de 1978

Ele é gordo, comilão, cara-de-pau, preguiçoso... Ele é Garfield!! O gato mais sem-vergonha e mais adorável, no seu visual antigo e colorido... Não dá pra não ler!!
fonte: Bloglivros...visite!!





























