7 de outubro de 2009

O Historiador - Elizabeth Kostova


Livros de vampiros que alcançam relativo sucesso hoje em dia possuem uma característica estranha... São romances água com açúcar.
Agora é moda, histórias melosas com vampiros, é legal, mas não é só disso que o universo vamp vive...

Ele é extenso e complexo, mas principalmente ele conta a história da humanidade. Nos mostra as nossas crenças, e aquilo que acreditamos é o que somos.
O mais famoso vampiro é Drácula, e dele temos uma infinidade de histórias cinematográficas, em contos, livros, games... Mas Drácula existiu, ele foi um personagem da história real (se é que podemos distinguir real da fantasia), e Elizabeth Kostova no seu livro "O Historiador" soube pegar está parte histórica e nos mostrar que o pior do Vampiro Drácula é que ele foi real (ou ainda é!! rsrs).
Uma leitura incrivel!!!



Entrevista com a Autora retirada do site portal livros:

A autora, Elizabeth Kostova, falou deste livro e do seu fascínio por Drácula/Vlad.

Como define o seu romance “O Historiador”? Há uma relação pai-filha, História, viagens, suspense, o mito de Drácula…

Dá-me imensa satisfação reconhecer que até eu tenho muita dificuldade em colocar o meu romance numa única categoria. É literário, histórico, gótico, um mistério, um livro de viagens, uma história familiar, uma história de amor e uma meditação sobre o Bem e o Mal.

É uma história de aventuras sem um herói típico deste género. Pretendeu fazer um tributo aos livros e aos seus admiradores?

É isso mesmo. Eu queria que os heróis e heroínas do meu romance fossem leitores, professores e intelectuais.

O mundo das bibliotecas é o seu mundo ou apenas um “personagem” como qualquer outro?

Eu adoro bibliotecas. Não só os seus livros, mas também os sons e os cheiros de uma biblioteca, o odor de livros velhos, a forma como uma boa biblioteca guarda algo de toda a História do mundo.

Porque optou por escrever sobre Drácula ou Vlad, o Empalador? Para contar, à sua maneira, a história “deles” ou, ao mesmo tempo, para aprender algo sobre “eles”?

Ao escrever sobre os dois Dráculas e ao ligar as suas lendas na ficção quis criar a oportunidade de eu própria fazer muita pesquisa histórica. Também estava fascinada pelo desafio literário de tentar tornar uma figura literária conhecida num ser fresco e vivo.

E qual a razão para optar por colocar a Europa de Leste no centro do argumento? É uma região desconhecida, com histórias tradições e culturas desconhecidas, que quer revelar aos seus leitores?

Coloquei a Europa de Leste no centro da demanda dos meus historiadores porque passei muito tempo naquela região e sempre gostei das suas paisagens, e porque a história da região é bastante complexa e misteriosa para nós, ocidentais.

Precisou de fazer muitas pesquisas e investigação? Que tipo de investigação teve de fazer para poder escrever o romance?


Tive de fazer muitas pesquisas para poder escrever o romance e tentei recorrer a fontes o mais diversificadas possível, de modo a trazer para a realidade as cenas do livro: li histórias tradicionais, mas também memórias de viagens, cartas antigas e jornais; observei fotos antigas e mapas e vi filmes relativos a época, ouvi música e entrevistei habitantes de longa data das regiões sobre as quais escrevi. Foi um processo maravilhoso.

Em “O Historiador” encontramos mais realidade ou ficção?

“O Historiador” tem bastante ficção, mas uma ficção cuidadosamente baseada em factos reais. A história de Vlad Drácula do século XV são factos históricos – tanto quanto sabemos – desde o mistério da sua sepultura, e a partir daí inventei um conto sobre o que poderia ter acontecido aos seus restos mortais (mas não aconteceu). As histórias do século XX são ficção mas todos os cenários e background histórico foram cuidadosamente investigados.

O seu pai contou-lhe histórias como as que são relatadas nesta obra?

Quando era pequena o meu pai contava-me histórias do Drácula enquanto viajávamos pela Europa de Leste com a família, mas eram histórias baseadas no estilo de Bram Stoker, que tinham sido utilizadas nos filmes da sua infância. Essas histórias eram assustadoras de uma forma agradável, e não a verdadeira e sombria história de Drácula que utilizei no meu livro. O que mais me inspirou foi o ambiente de uma filha a ouvir o pai contar histórias de Drácula nas belas paisagens históricas da Europa e da Europa de Leste.

As tradições orais são muito importantes no seu romance – também foram importantes como fonte de informação para a sua escrita?

As tradições orais e a história contada de forma oral sempre tiveram muito significado para mim, assim como os registos escritos sobre esses temas.

É possível constatar que tem uma grande paixão por livros antigos. É capaz de imaginar “O Historiador” enquanto livro antigo, sendo descoberto e analisado em bibliotecas por investigadores?

Que bela ideia! Na verdade nunca tinha pensado nisso.

Acha que Bram Stoker poderia gostar de ler “O Historiador”?

Espero que sim. O livro tem muitas homenagens ao seu romance, especialmente a nível de forma – uma história contada através de cartas e outros documentos.

Tem algum interesse particular em histórias de vampiros?

Nunca me interessou a maioria das histórias de vampiros, exceptuando as de Bram Stoker, mas o folclore e as lendas à sua volta sempre me fascinaram.

Quando escreveu “O Historiador” era capaz de imaginar o sucesso que ele viria a alcançar?

Nunca pensei que tivesse o sucesso que está a ter – ainda me surpreende. Escrevi “O Historiador” quase de forma privada, de uma modo obsessivo, apenas para meu prazer pessoal, e nunca pensei que pudesse ser possível vendê-lo a uma editora porque para isso é preciso conjugar uma complexa combinação de factores. Estou estupefacta por os leitores, aparentemente, estarem a gostar tanto da obra.

O sucesso de thrillers históricos deve-se ao êxito de “O Código Da Vinci” ou o romance de Dan Brown é “apenas” mais um entre tantos outros?

“O Código Da Vinci” alargou de forma notória o público de romances históricos policiais. No entanto, acima de tudo, o que conta é a qualidade da literatura, não o número de exemplares que vende.

É mais difícil escrever uma obra de estreia ou um segundo romance depois do inicial ter obtido tanto sucesso?

Acho que é mais difícil escrever o segundo, mas principalmente porque se fica tão ocupada a viajar por causo do primeiro!

Podemos aspirar a ver Portugal integrar um dos seus futuros projectos literários?

Adorei estar em Portugal e mesmo o pouco tempo que aqui passei levou a que quisesse aprender mais sobre a sua História, que é muito, muito interessante. Não ficaria surpreendida se Portugal aparecesse no meu trabalho.




2 de outubro de 2009

H. P. Lovecraft



Howard Phillips Lovecraft é o nome de um dos maiores mestres da literatura de horror de todos os tempos. Nasceu no dia 20 de agosto de 1890, em Providence, Rhode Island, nso EUA, morrendo prematuramente aos 47 anos, deixando 60 e poucos contos e novelas, sem grandes variações no estilo ou tema.

Viveu uma vida estranha, perdeu seu pai muito cedo e passou quase toda a vida com a mãe, casou-se com uma mulher bem mais velha, após a separação, cinco anos depois, morou com duas tias até a sua morte. Viveu em sua cidade natal por toda a vida, exceto por dois anos em Nova Iorque e algumas viagens.

Era uma pessoa introvertida, preferia contato por carta (sua correspondência chega a 100 mil cartas e foi publicada nos EUA em cinco volumes), adorava gatos. Foi muito produtivo durante a adolescência, mas destruiu e nada aproveitou daquilo que escrevera.

Lovecraft é conhecido como o mestre do Indizível, suas narrativas quase sempre iniciam com o narrador contando ao leitor a ocorrência de um fato tão grotesco e assustador que não pode ser revelado; mas, subitamente, como se instado pelo interlocutor, decide abrir mão do silêncio.
Mestre na arte da descrição, usa de adjetivos pesados e muitas vezes desnecessários, que nada atrapalham a narrativa, Lovecraft nos coloca um mundo de sonhos e criaturas saídas muitas vezes de seus próprios devaneios.

Sua imaginação só é limitada por seu modo de viver isoladamente e a época em que vivia (o que para um leitor atual pode causar mal-estar e xenofobia, que Lovecraft nutria por negros, orientais e todos aqueles que não possuiam uma descendência anglo-saxônica). Seus contos tinham origens em seus sonhos, além de idéias surgidas em trocas de cartas.
Não era à toa que era amigo de Robert E.Howard, autor do famoso Conan, O Bárbaro: ambos compartilhavam características parecidas, como a solidão e o desejo de superação de suas fraquezas humanas: o que este último conseguiu através da criação de um guerreiro forte e imbatível o outro conseguiu com a criação de monstruosidades que desafiam a nossa compreensão.

Lovecraft deixou um legado que influenciou a literatura, o cinema e a música.
Provavelmente a melhor adaptação visual de um conto de Lovecraft fique mesmo com Vento Frio, episódio da série de TV Galeria do Terror, em 1971.
Pois a força de Howard Phillips Lovecraft reside justamente nisso: a força de suas imagens; imagens que prendem o leitor por completo, expondo um terror que nem sempre depende de sangue e nojo, mas do pavor, dos medos ancestrais do homem, de tudo o que é inexplicável e indizível.

Obras:

Dagon,1917
A Tumba, 1917
Polaris, 1918
Beyond the Wall of Sleep, 1919
The Doom That Came to Sarnath, 1919
O Depoimento de Randolph Carter, 1919
The White Ship, 1919
Arthur Jermyn (The White Ape), 1920
The Cats of Uthar, 1920
Celephais, 1920
From Beyond, 1920
A Estampa da Casa Maldita, 1920
The Temple, 1920
Um Frágil Ancião, 1920
The Tree, 1920
The Moon-Bog, 1921
The Music of Erich Zann, 1921
The Nameless City, 1921
The Other Gods, 1921
The Outsider, 1921
The Quest of Iranon, 1921
Herbert West: Reanimator, 1921-1922
The Hound,1922
Hypnos, 1922
Aprisionados pelo Medo, 1923
O Festival, 1923
The Rats in the Walls, 1923
The Unnamable, 1923
Aprisionados com os Faraós, 1924
A Casa Abandonada, 1924
He, 1925
O Horror em Red Hook, 1925
In The Vault, 1925
O Chamado de Cthulhu, 1926
Vento Frio, 1926
Pickman´s Model, 1926
A Chave de Prata, 1926
A Estranha Casa Suspensa na Neblina, 1926
A Cor que caiu do Céu, 1927
O Caso de Charles Dexter Ward, 1927-1928
The Dunwich Horror, 1928
Um Sussuro nas Trevas, 1930
The Shadow over Innsmouth, 1931
Nas Montanhas da Loucura, 1931
Os Sonhos nas Casas das Bruxas, 1932
Através das Portas da Chave de Prata, 1932
The Thing on the Doorstep, 1933
Sombras Perdidas no Tempo, 1934
Nas Paredes de Eryx, 1935
The Haunter of The Dark, 1935
O Clérigo Diabólico, 1937

*Os títulos em português são as publicações realizadas no Brasil.


fonte: Visite!

Augusto dos Anjos



Poeta brasileiro, conhecido por sua temática e vocabulário, usava de termos científicos, biológicos e médicos para escrever suas poesias com um conteúdo pessimista.

Augusto de Carvalho Rodrigues dos Anjos nasceu no Engenho Pau d' Arco/PB em 20 de abril de 1884. Seu pai era bacharel e lhe ensinou as primeiras letras.

Fez curso secundário no Liceu Paraibano. Formou-se em direito em Recife no ano de 1906, casou-se pouco depois. Embora formado não advogou, ensinava português, primeiramente em seu estado e depois no Rio de Janeiro/RJ, para onde se mudou em 1910.

Lecionou também geografia na Escola Normal, depois Instituto de Educação, e no Ginásio Nacional, depois Colégio Pedro II, sem conseguir ser professor efetivo.

Mudou-se para Leopoldina/MG em 1913 onde assumiu a direção do grupo escolar, mas continou a lecionar particularmente. Seu único livro, EU foi publicado em 1912.
A publicação surgiu em meio a um período de transição, entre a virada modernista de 22 e o espírito sincrético (parnasiano e simbolista) que prevalecia na época.
Foi praticamente ignorado por crítica e público, e só obteve novas edições graças a seu empenhado amigo e biógrafo Órris Soares (1884-1964).

Sua obra que louva a finitude da carne, era cética em relação ao amor, fazendo do "eu" uma obsessão e tema central de sua obra.

A forma de escrita, e a linguagem fazem de "EU" (reeditado também como "EU e outras poesias") um livro que sobrevive por seu rigor, tornando Augusto dos Anjos um dos poetas mais lidos do país, sobrevivendo aos modismos e mutações.

Morreu em 12 de novembro de 1914 em Leopoldina/MG, aos 30 anos de idade de pneumonia.



PSICOLOGIA DE UM VENCIDO


Eu, filho do carbono e do amoníaco,
Monstro de escuridão e rutilância,
Sofro, desde a epigênese da infância,
A influência má dos signos do zodíaco.

Profundissimamente hipocondríaco,
Este ambiente me causa repugnância...
Sobe-me à boca uma ânsia análoga à ânsia
Que se escapa da boca de um cardíaco.

Já o verme - este operário das ruínas -
Que o sangue podre das carnificinas
Come, e á vida em geral declara guerra,

Anda a espreitar meus olhos para roê-los,
E há de deixar-me apenas os cabelos,
Na frialdade inorgânica da terra!





A OBSESSÃO DO SANGUE

Acordou, vendo sangue... Horrível! O osso
Frontal em fogo... Ia talvez morrer,
Disse. Olhou-se no espelho. Era tão moço,
Ah! Certamente não podia ser!

Levantou-se. E, eis que viu, antes do almoço,
Na mão dos açougueiros, a escorrer
Fita rubra de sangue muito grosso,
A carne que ele havia de comer!

No inferno da visão alucinada,
Viu montanhas de sangue enchendo a estrada,
Viu vísceras vermelhas pelo chão...

E amou, com um berro bárbaro de gozo,
O monocromatismo monstruoso
Daquela universal vermelhidão!






AO LUAR

Quando, à noite, o Infinito se levanta
À luz do luar, pelos caminhos quedos
Minha tátil intensidade é tanta
Que eu sinto a alma do Cosmos nos meus dedos!

Quebro a custódia dos sentidos tredos
E a minha mão, dona, por fim, de quanta
Grandeza o Orbe estrangula em seus segredos,
Todas as coisas íntimas suplanta!

Penetro, agarro, ausculto, apreendo, invado
Nos paroxismos da hiperestesia,
O Infinitésimo e o Indeterminado...

Transponho ousadamente o átomo rude
E, transmudado em rutilância fria,
Encho o Espaço com a minha plenitude!




VOZES DE UM TÚMULO

Morri! E a Terra - a mãe comum - o brilho
Destes meus olhos apagou!... Assim
Tântalo, aos reais convivas, num festim,
Serviu as carnes do seu próprio filho!

Por que para este cemitério vim?!
Por quê?! Antes da vida o angusto trilho
Palmilhasse, do que este que palmilho
E que me assombra, porque não tem fim!

No ardor do sonho que o fronema exalta
Construí de orgulho ênea pirâmide alta...
Hoje, porém, que se desmoronou

A pirâmide real do meu orgulho,
Hoje que arenas sou matéria e entulho
Tenho consciência de que nada sou!




fonte: Visite!!

1 de outubro de 2009

Lacrimosa


O que dizer de Lacrimosa? Acho que perfeito descreveria muito bem!
A banda é uma idealização de Tilo Wolf (89 com lançamento de uma demo em 90) e que passou a contar com a presença de Anne Nurmi em 93. 
Com um estilo que combina metal e clássico, a banda está bem longe de uma classificação que comporte a genialidade de seus integrantes. Grande parte das canções é em alemão, mas não existem regras e limites.
Com letras compostas por Tilo Wolf (exceto Hohelied Der Liebe, do Albúm Lichtgestalt, que foi tirada da Bíblia Sagrada).





Atual formação:

Tilo Wolff - Vocais, Teclado
Anne Nurmi - Teclado, Vocais
Yenz Leonhardt - Baixo, Vocais
Dirk Wolff - Guitarra
Jay P. - Guitarra
Manne Biro-Biro - Bateria



Albúns:

Angst (1991)

Einsamkeit (1992)

Satura (1993)

Inferno (1995)

Stille (1997)

Elodia (1999)

Fassade (2001)

Echos (2003)

Lichtgestalt (2005)

Sehnsucht (2009)


Vídeos:



Rammstein


É uma banda alemã formada em Berlim com músicas geralmente classificadas como Rock Industrial.
O nome da banda vem de um acidente aéreo acontecido na pequena cidade alemã Ramstein em 1988, durante uma exibição em que três aviões italianos colidiram e caíram em cima da platéia, provocando a morte de setenta pessoas. A banda decidiu então pôr um "M" a mais no nome da banda. "Rammstein" literalmente pode ser traduzido como aríete.
A banda alcançou um sucesso estrondoso, graças a qualidade de suas músicas, com melodias fortes aliadas a letras com um conteúdo crítico, mais a voz única de Till. É comum o uso de efeitos especiais nos shows que impressionam até quem não gosta banda.



Seus integrantes são:

Till Lindemann - Vocal
Richard Kruspe - Guitarra Solo , Vocal de Apoio
Paul Landers - Guitarra Base , Vocal de Apoio
Oliver Riedel - Baixo
Christoph (Doom) Schneider - Bateria
Christian (Doktor Flake) Lorenz - Teclado


Altamente recomendado!!


Albúns:

Herzeleid

Sehnsucht

Mutter

Reise, Reise

Rosenrot

Liebe Ist Für Alle Da


Rosenrot



Ich Will


Links 2,3,4


Vampire: The Requiem


Vampire: The Requiem é um jogo da série Novo Mundo das Trevas da White Wolf onde os jogadores interpretam pessoas transformadas em vampiros, os personagens, ao contrário de Vampire: The Masquerade não se dividem mais nos conhecidos 13 clãs, mas em 5 (Devas, Gangrel, Mekhet, Nosferatu e Ventrue) e coalizões (Ordo Dracul, Lancea Sanctum, Invictus, Círculo da Anciã e Movimento Carthiano).


De forma simples, os clãs se apresentam com uma estrutura de "família" e as coalizões se apresentam como "facções"(políticas ou religiosas).
Embora o andamento seja o mesmo do livro Mundo das Trevas, existem algumas poucas diferenças importantes, como a dificuldade de todas jogadas fixada em 8 e a regra de falha crítica do sistema foi completamente reformulada.



Outra coisa legal, mas pouco importante é o visual do livro que é na minha opinião é bem superior ao anterior. Vale a pena conferir!!






Vampire: The Requiem (part 1 / 2)






30 de setembro de 2009

Blackmore's Night


É uma banda de folk rock liderada por Ritchie Blackmore e Candice Night.
Ritchie já foi integrante das bandas Deep Purple e Rainbow, antes de recrutar os músicos para tocar canções que falassem sobre a Renascença. No seu primeiro DVD, lançado em 2005, Ritchie nos conta que se apaixonou pela música renascentista desde os 9 anos. Quando trabalhava no Deep Purple, conheceu Candice, que trabalhava em backing vocals. Eles foram ficando amigos e logo se apaixonaram, e perceberam que tinham mais coisas em comum do que diferenças. Ritchie coloca em destaque que quando ouviu Candice cantar, ele sabia que ela tinha esse dom para canções renascentistas. Logo se casaram e formaram a banda. Ritchie toca principalmente instrumentos de corda.
Candice faz um ótimo trabalho de vocais com as Sisters of the Moon. Ela é o símbolo da banda, a chefe vamos dizer. Canta todas as canções, toca pandeiro, flauta, chocalho e leva o público à loucura. Canta desde os três anos também, e diz que desde que era pequena se encantou pela magia da música. Fez aula de canto em vários lugares, participou de corais em escolas e clubes, até que conheceu Ritchie (seu marido) e aí começou os Blackmore’s Night.





Vídeos:

Under a Violet Moon




Shadow of the Moon