Falta do que fazer a parte, espanta a criatividade em algo tão singelo.
14 de dezembro de 2009
Humor de banheiro
Falta do que fazer a parte, espanta a criatividade em algo tão singelo.
Atividade Paranormal em Quadrinhos!
Se você achou que a Katie foi fazer ponta em filmes como O grito, e outros de terror em que há uma menina possuída, ou que simplesmente não tava nem aí pra saber o que aconteceu com ela... Surpresa! A Editora IDW fez a sequência de um dos filmes mais apavorantes do ano.
Paranormal Activity: The Search for Katie é o nome da HQ, que estrela o demonologista Dr. Johann Averys (que nunca é visto no filme, apesar de mencionado) em busca da personagem principal após os eventos na sua casa.
A HQ é escrita por Scott Lobdell (X-Men) e desenhada por Mark Badger. E, curiosamente, não terá versão impressa: você só pode ler no iPhone ou no iPod Touch, comprando a HQ digital na loja iTunes.
A HQ já está disponível.
Fonte: Site Omelete.
Vlad

Foi o que disse o autor do roteiro, Charlie Hunnam, de 29 anos (ator conhecido pela telessérie Sons of Anarchy, na foto), em entrevista à EW. "Na versão atual do roteiro não tocamos no tema do vampirismo. Foi a única coisa que fiz questão quando desenvolvemos a ideia, e felizmente ninguém veio sugerir que entrássemos no tema. Mas dá pra ver claramente as coisas que Bram Stoker pegou... Vlad era um homem brutal, e o desafio é criar uma empatia entre ele e o público", disse Hunnam.
O príncipe romeno Vlad Tepes (1431-1476), o empalador, serviu de inspiração para o clássico livro de Stoker, originalmente publicado em 1897, que definiu os alicerces do mito do Conde Drácula. Hunnam diz que passou cinco meses viajando pela Romênia durante as filmagens de Cold Mountain e foi então que entrou em contato com a lenda local.
"Minha ideia era fazer uma história mais para Coração Valente do que para 300, e acho que o texto evoluiu dessa forma, então temos uma boa mistura de ambos. Acho que desenvolvi mais a história do que 300. O que me interessa é a história real desse cara que se torna um mito, e por causa do comportamento dele é muito fácil mitificá-lo. A maior parte do filme enfoca Vlad como um jovem assumindo seu papel como príncipe, e cobrimos a vida inteira dele", diz.
Hunnam relata o que se conhece da história clássica: o império otomano invade o território que inclui a Romênia (dividida em três principados, um deles a Transilvânia) e derrota o pai de Vlad, Vlad Dracul - em tradução literal, "Vlad, o dragão". "Ao invadir, os otomanos oferecem ao rei a opção de continuar no poder, permitir que o catolicismo local florecesse, mas também permitir que os otomanos, muçulmanos, vivessem na região como iguais. O sultão otomano também queria os dois filho mais novos de Vlad, criá-los sozinho e torná-los devotos muçulmanos, para depois devolvê-los ao trono. Os irmãos Vlad, que tinha 12 anos e um certo senso do que acontecia, e seu irmão, Radu, de sete. No fim das contas, na cabeça de Vlad, Radu é corrompido, tratado como um príncipe pelos otomanos, enquanto Vlad é trancado como um escravo. Oito anos depois o pai deles é assassinado e Vlad decide escapar, vingar o pai e assumir o trono - mas seu irmão se recusa a acompanhá-lo. Aí começa uma guerra de 17 anos entre irmãos, entre cristãos e islâmicos", narra o roteirista.
Segundo Hunnam, todo esse trecho é o primeiro ato do filme. Em futuras versões do texto tudo isso pode ser limado, mas a ideia é que a introdução termine com Vlad e Radu entrando na vida adulta. O roteirista diz que servirá de produtor-executivo no projeto. "E quando a seleção de elenco começar, vou colocar meu nome ali no meio. Adoraria fazer qualquer papel. O do irmão de Vlad me parece bom...", insinuou.
Novamente o caso do vampirismo: "Vlad fazia o que achava certo. Era ele que estava sendo invadido, e cuja crença religiosa estava sendo apagada. A brutalidade dele vinha de necessidade militar - táticas de choque e de medo para dar uma vantagem. A pólvora tinha acabado de ser inventada, e Vlad estava lutando com espadas e flechas, enquanto os otomanos tinham armas de fogo. Mas Vlad lutava em casa e conhecia o terreno, então podia lutar à noite. Ele colocou seus homens para agir só à noite... Existem várias formas de mostrar a origem do mito do vampiro sem que ele saia por aí bebendo sangue".
O fotógrafo e diretor de videoclipes Anthony Mandler, outro estreante, dirigirá o filme. A produtora de Brad Pitt, Plan B, cuida do projeto.
13 de dezembro de 2009
O Fantasma da Ópera
Personagens apaixonantes existem aos montes na literatura, mas para mim um particularmente apaixonante é o Le Fantôme de l'Opéra, ou o Fantasma da Ópera.
Esse é o personagem da novela francesa de Gaston Leroux, publicada pela primeira vez em 1910, foi adapatada inúmeras vezes para o cinema, teatro, óperas, atingindo seu grande sucesso ao ser adaptada pela Broadway por Andrew Lloyd Webber, Charles Hart e Richard Stilgoe.
O espetáculo estreou em 1986 e até hoje se encontra em cartaz, sendo o musical mais visto (100 milhões de pessoas já assistiram) e a produção de entretenimento com mais sucesso (rendeu 5 bilhões de dólares).
O livro já foi traduzido inúmeras vezes para o português, sendo as versões das editoras Ediouro e Ática as mais populares, pois apresentam uma maior fidelidade a história original de Gaston Leroux.
A primeira adaptação do Fantasma da Ópera para o cinema foi em uma versão preto e branco de 1925, pelos estúdios Universal, com Lon Chaney no papel de fantasma.
Em São Paulo a peça ficou em cartaz por 3 anos (a partir de 2004).
Ken Hill's The Phantom of the Opera (1976/1984): Musical por Ken Hill, con letras añadidas a la música de Gounod, Offenbach, Verdi, y otros.
The Phantom of the Opera (1986): Musical por Andrew Lloyd Webber
The Phantom of the Opera: Musical por Helen Grigal (libreto y letras) y Eugene Anderson (música).
Phantom (1991): Musical por Maury Yeston (música y letras) y Arthur Kopit (texto).
Phantom der Oper por Arndt Gerber / Paul Williams
The Phantom of the Opera por BAT Productions
Phantom of the Opera por David Bishop / Kathleen Masterson
Phantom der Oper por Karl Heinz Freynick / Ingfried Hoffmann
The Phantom of the Opera por Rob Barron / David Spencer
Das Phantom der Oper por Sahlia Raschen / Ulrich Gerhartz
The Phantom of the Opera por Sean Grennan, Kathy Santen, Cheri Coons / Michael Duff
The Phantom of the Opera por Gaslight Theatre
Das Phantom der Oper por Thomas Zaufke, Felix Müller / Victor Hunt
The Phantom of the Opera por Walter Murphy
O Fantasma da Ópera por Saulo Vasconcelos, Sara Sarres
Algumas bandas de Metal, Doom e gêneros relacionados também gravaram suas próprias versões da música de Andrew Lloyd Webber:
El Fantasma de La Opera pela banda de Doom Metal Mexicana Anabantha.
The Phantom of The Opera pela banda de Symphonic Metal Nightwish.
The Phantom of The Opera pela banda de Gothic Metal Lacrimosa.
11 de dezembro de 2009
Inkubus Sukkubus

A banda é de origem britânica, e foi criada em 1989 por Candia e Tony McKormack, com 13 albúns já lançados a formação conta:
- Candia nos vocais;
- Tony McKormack nos vocais, violão, produção e composição;
- Adam Henderson no baixo.
Os integrantes da banda se conheceram no colégio onde estudavam desenho gráfico, como partilhavam o mesmo gosto por temáticas como paganismo, vampirismo, feitiçaria e afins, a formação de uma banda só foi um resultado.
Inicialmente com o nome de Belas Knapp, o nome foi mudado para Inkubus e Sukkubus com a entrada de Candia Ridley nos vocais.
Com um ano de existência a banda lança seu primeiro single "Beltaine" sendo bem recebido nas rádios. No entanto, a banda ficou durante um tempo afastada, contando apenas com Candia e Tony, que continuaram sob a forma de Children Of The Moon, um projeto de estúdio que seguia o mesmo conceito da banda original.
Em dezembro de 91, Bob, baterista original da banda junta-se novamente e o Inkubus e Sukkubes renasce, tocando em vários concertos e lançando todos os temas de The Children of The Moon numa cassete chamada Beltaine.
Em outubro de 92 sai o albúm "Belladona & Aconite" , onde a banda já era considerada a primeira banda pagã inglesa.
Em 95 a banda muda a grafia do nome de Incubus Succubus para Inkubus Sukkubus por razões numerológicas.
E com esta mudança, outras mudanças assumiram lugar. A banda passa a usar uma caixa no lugar de bateria, e sequências orquestrais de fundo, enriquecendo e diversificando o som dos Inkubus. Bob assume o baixo.
Em 1996 Adam volta á banda para assumir o lugar de baixista. Continuam as digressões pela Alemanha, Bélgica e aumentam os fans. Beltaine é reeditado em cd a pedido dos fans através da Resurrection Records.
O último disco "Viva La Muerte" é centrado na relação entre morte e amor, baseada no conceito da cultura mexicana.
Completando 20 anos, banda se prepara para apresentar novos trabalhos.
9 de dezembro de 2009
The Annie Awards

Melhor Animação
Tá Chovendo Hambúrguer— Sony Pictures Animation
Coraline — Laika
O Fantástico Sr. Raposo— 20th Century Fox
A Princesa e o SapoA Princesa e o Sapo — Walt Disney Animation Studios
The Secret of Kells — Cartoon Saloon
Up — Altas Aventuras - Pixar Animation Studios
Melhor Animação para Mercado Doméstico
George O Curioso – Um Natal Cheio de Macacadas (Curious George: A Very Monkey Christmas) — Universal Animation Studios
Futurama: Into the Wild Green Yonder — The Curiosity Company in association with 20th Century Fox Home Entertainment
Lanterna Verde (Green Latern: First Flight) — Warner Bros. Animation
O Bicho Vai Pegar 2 — Sony Pictures Animation
Bob Esponja (SpongeBob vs. The Big One) — Nickelodeon
Melhor Curta de Animação
Pups of Liberty — Picnic Pictures
O Frango Robô: Star Wars 2.5 (Robot Chicken: Star Wars 2.5) — ShadowMachine
Santa, The Fascist Years — Plymptoons
The Rooster, The Crocodile and The Night Sky — Barley Films
The Story of Walls — Badmash Animation Studios
Melhor Propaganda de Televisão em Animação
Goldfish: In The Dark — Blur Studios, Inc.
Idaho Lottery “Twiceland” — Acme Filmworks, Inc.
McDonald's Nutty Trade — Blue Sky Studios
Spanish Lottery “Deportees” — Acme Filmworks, Inc.
The Spooning — Screen Novelties /Acne Media
Melhor Produção em Animação para Televisão
Glenn Martin, DDS — Tornante, Cuppa Coffee Studios & Rogers Communications
Merry Madagascar — DreamWorks Animation
Prep and Landing — ABC Family/Walt Disney Animation Studios
The Simpsons — Gracie Films
Melhor Produção em Animação para Televisão para Crianças
Mickey Mouse Clubhouse — Disney Television Animation
Bob Esponja — Nickelodeon
The Marvelous Misadventures of Flapjack — Cartoon Network Studios
The Mighty B! — Nickelodeon/Polka Dot Pictures/Paper Kite Productions
The Penguins of Madagascar — Nickelodeon and DreamWorks Animation
Melhor Efeitos de Animação
Scott Cegielski “Monsters vs. Aliens” — DreamWorks Animation
Alexander Feigin “9” — 9 L.L.C.
Eric Froemling “Up” — Pixar Animation Studios
Tom Kluyskens “Tá Chovendo Hambúrguer” — Sony Pictures Animation
James Mansfield “A Princesa e o Sapo” — Walt Disney Animation Studios
Melhor Animador de Personagens em Produção para Televisão
Mark Donald “B.O.B.'s Big Break” — DreamWorks Animation
Mark Mitchell “Prep and Landing” — Walt Disney Animation Studios
Kevan Shorey “Merry Madagascar” — DreamWorks Animation
Tony Smeed “Prep and Landing” — Walt Disney Animation Studios
Phillip To “Monsters vs. Aliens: Mutant Pumpkins from Outer Space” — DreamWorks Animation
Melhor Animador de Personagens em Filme de Animação
Andreas Deja “A Princesa e o Sapo” — Walt Disney Animation Studios
Eric Goldberg “A Princesa e o Sapo” — Walt Disney Animation Studios
Travis Knight “Coraline” — Laika
Daniel Nguyen “Up” — Pixar Animation Studios
Bruce Smith “A Princesa e o Sapo” — Walt Disney Animation Studios
Melhor Desenho de Personagens para Produção de Televisão
Bryan Arnett “The Mighty B! - Catatonic” — Nickelodeon/Polka Dot Pictures/Paper Kite Productions
Ben Balistreri “Foster's Home for Imaginary Friends” — Cartoon Network Studios
Craig Kellman “Merry Madagascar” — DreamWorks Animation
Bill Schwab “Prep and Landing” — Walt Disney Animation Studios
Melhor Desenho de Personagens em Filme de Animação
Daniel Lopez Munoz “Up” — Pixar Animation Studios
Shane Prigmore “Coraline” — Laika
Shannon Tindle “Coraline” — Laika
Melhor Diretor em Produção de Televisão
Pam Cooke & Jansen Yee “American Dad: Brains, Brains & Automobiles” — 20th Century Fox/Fuzzy Door/Underdog
Rob Fendler “Popzilla” — Animax
John Infantino, J.G. Quintel “The Marvelous Misadventures of Flapjack: Candy Casanova” — Cartoon Network Studios
Bret Haaland “The Penguins of Madagascar - Launchtime” — Nickelodeon and DreamWorks Animation
Jennifer Oxley “The Wonder Pets: Help The Monster” — Nickelodeon/Little Airplane Productions
Melhor Diretor em Filme de Animação
Wes Anderson “O Fantástico Sr. Raposo” — 20th Century Fox
Pete Docter “Up” — Pixar Animation Studios
Christopher Miller, Phil Lord “Tá Chovendo Hambúrguer” — Sony Pictures Animation
Hayao Miyazaki “Ponyo” — Studio Ghibli
Henry Selick “Coraline” — Laika
Melhor Música em Produção de Televisão
Michael Giacchino “Prep and Landing” — Walt Disney Animation Studios
Kevin Kiner “Star Wars: The Clone Wars “Weapons Factory” — Lucasfilm Animation Ltd.
Guy Moon “The Fairly OddParents: “Wishology-The Big Beginning” — Nickelodeon
Melhor Música em Filme de Animação
Bruno Coulais “Coraline” — Laika
Michael Giacchino “Up” — Pixar Animation Studios
Joe Hisaishi “Ponyo” — Studio Ghibli
John Powell “Ice Age: Dawn of the Dinosaurs” — Blue Sky Studios
Melhor Produção de Design em Produção para Televisão
Mac George “Prep and Landing” — Walt Disney Animation Studios
Andy Harkness “Prep and Landing” — Walt Disney Animation Studios
Janice Kubo “Foster's Home for Imaginary Friends” — Cartoon Network Studios
Christopher Appelhans “Coraline” — Laika
Ian Gooding “A Princesa e o Sapo” — Walt Disney Animation Studios
Tadahiro Uesugi “Coraline” — Laika
Christophe Vacher “9” — 9 L.L.C.
Melhor Roteiro para Produção de Televisão
Sunil Hall “The Mighty B!: Catatonic” — Nickelodeon/Polka Dot Pictures/Paper
Brandon Kruse “The Fairly OddParents: Fly Boy” — Nickelodeon
Robert Koo “Merry Madagascar” — DreamWorks Animation
Joe Mateo “Prep and Landing” — ABC Family/Walt Disney Animation Studios Kite Productions
Adam Van Wyk “The Spectacular Spider-Man: Final Curtain” — Culver Entertainment
Melhor Roteiro para Filme de Animação
Sharon Bridgeman “Astro Boy” — Imagi Studios
Chris Butler “Coraline” — Laika
Ronnie Del Carmen “Up” — Pixar Animation Studios
Tom Owens “Monsters vs. Aliens” — DreamWorks Animation
Peter Sohn “Up” — Pixar Animation Studios
Melhor Dublagem para para Produção de Televisão
Danny Jacobs - Voice of King Julien - “Merry Madagascar” — DreamWorks Animation
Nicky Jones - Voice of Chowder - “Chowder: The Dinner Theatre” — Cartoon Network Studios
Tom Kenny - Voice of SpongeBob - “SpongeBob SquarePants — Truth or Square” — Nickelodeon
Dwight Schultz - Voice of Mung Daal - “Chowder:The Party Cruise” — Cartoon Network Studios
Willow Smith - Voice of Abby - “Merry Madagascar” — DreamWorks Animation
Melhor Dublagem para Filme de Animação
Jen Cody - Voice of Charlotte - “A Princesa e o Sapo” — Walt Disney Animation Studios
Dawn French - Voice of Miss Forcible - “Coraline” — Laika
Hugh Laurie - Voice of Dr. Cockroach Ph.D. - “Monsters vs. Aliens” — DreamWorks Animation
John Leguizamo - Voice of Sid - “A Era do Gelo 3” — Blue Sky Studios
Jenifer Lewis - Voice of Mama Odie - “A Princesa e o Sapo” — Walt Disney Animation Studios
Melhor Escritor para Produção de Televisão
Daniel Chun - “The Simpsons: Treehouse of Horror XX” — Gracie Films
Kevin Deters, Stevie Wermers-Skelton - “Prep and Landing” — Walt Disney Animation Studios
Valentina L. Garza - “The Simpsons: Four Great Women and a Manicure” — Gracie Films
Billy Kimball and Ian Maxtone-Graham - “The Simpsons: Gone Maggie Gone” — Gracie Films
Billy Lopez - “The Wonder Pets - Save the Honey Bears” — Nickelodeon Productions/Little Airplane Productions
Melhor Escritor para Filme de Animação
Pete Docter, Bob Peterson, Tom McCarthy - “Up” — Pixar Animation Studios
Timothy Hyde Harris and David Bowers - “Astro Boy” — Imagi Studios
Christopher Miller and Phil Lord - “Tá Chovendo Hambúrguer” — Sony Pictures Animation
1 de dezembro de 2009
Norah Jones

Norah Jones (Brooklyn, 30 de Março de 1979) é uma pianista, cantora e compositora americana, musicista premiada (multi-Grammy Award), cuja carreira foi impulsionada com seu álbum de estreia 2002 "Come Away With Me", um álbum jazz piano com um toque de soul/folk, que obteve um grande êxito vendendo vinte e três milhões de cópias em todo mundo e pelo qual recebeu oito prêmios Grammy.
Norah Jones obteve oito premiações nos Grammy Awards de 2003, incluindo o de "Best New Artist". Seu álbum "Feels Like Home" foi lançado em 9 de Fevereiro de 2004. Ao invés de repetir o estilo suave de "Come Away With Me", foi mais influenciado pela música country. Com uma semana de lançamento, "Feels Like Home" havia vendido um milhão de cópias. Naquele mesmo ano, a revista TIME listou Jones entre as "pessoas mais influentes de 2004". Jones recebeu três prêmios nos Grammy Awards de 2005, dois para "Record of the Year" pela sua colaboração com Ray Charles na música "Here We Go Again".
Em 2003, formou The Little Willies, que conta com Norah no piano e voz, Richard Julian nos vocais, Lee Alexander no baixo, Jim Campilongo nas guitarras, e Dan Rieser na bateria. O único álbum lançado pela banda (The Little Willies, de 2006) traz regravações de canções de Willie Nelson, Hank Williams, Fred Rose, Townes Van Zandt e Kris Kristofferson.
Seu último álbum, "Not Too Late", conta 13 canções originais de autoria ou co-autoria de Norah com produção de Lee Alexander, há muito tempo seu parceiro de composição e baixista. Destaques para "Sinkin´ Soon", com os vocais do cantor-compositor M. Ward, e "Thinking About You", que Norah compôs com o líder da Wax Poetic, Ilhan Ersahin, em 1999.

Em seu albúm "The Fall" ela deixa de lado seu lado jazz, e utiliza de outras influências como rock e soul music.
O produtor Jacquire King, do Kings of Leon e do Modest House, assina com a cantora a produção do álbum, que traz contribuições dos compositores Ryan Adams, de Will Sheff, do Okkervil River, e do colaborador antigo de Jones, Jesse Harris, que assinou o hit “Don't know why”.
“Entrei em contato com Jacquire inicialmente porque ele montou um dos meus discos favoritos de todos os tempos, 'Mule Variations', de Tom Waits”, afirmou Norah em comunicado. Segundo conta a artista, o disco diversificou sua influência do jazz e toca mais guitarra do que piano.
“The fall” é o primeiro álbum de inéditas de Norah Jones desde "Not too late", de 2007, que vendeu 1,58 milhão de cópias, de acordo com a Nielsen SoundScan.
First Sessions (2001)


































