1 de fevereiro de 2010



Na última sexta feira do mês de janeiro foi possível observar a Lua Cheia, e foi um espetáculo incrível, pois sua proximidade com a Terra a fez ficar simplesmente maravilhosa!
Quem nunca parou e ficou contemplando a Lua? Assim por nada!? Ficou olhando e sentiu que existe muito mais a ser visto? Quem nunca parou e fixou seu olhar e percebeu-se banhado por uma misteriosa força? 
Se você nunca sentiu, nem que por um ínfimo momento o mistério, um sentimento estranho de imensidão, ou mesmo de conexão com Universo, me mande um e-mail você não é normal! 



A Lua é um satélite natural da Terra, aliás o único, ficando a cerca de 384.405 km do nosso planeta.
Seu nome vem do latim "Luna", em grego "Sélene".

Apresenta fases, exibindo sempre a mesma face o que gerou especulações sobre "o lado escuro da Lua", que na verdade se ilumina quando estamos no período da "Lua Nova". O tempo gasto para a realização do movimento de rotação da Lua é o mesmo de translação, ou seja, 27 dias e 7 horas.
Não apresenta atmosfera, com a presença escassa de água no estado sólido (cristais de gelo). Como não existe a presença de uma atmosfera, a Lua também não apresenta erosão, ou seja, sua face mantém-se da mesma forma durante milhões de anos, sendo apenas afetada pela colisão de meteoritos.


Lado escuro da Lua




Lado claro da Lua


Influência grandemente as marés, fenômeno que pode ser simplificado como a tendência que os oceanos possuem em acompanharem o movimento orbital da Lua. Ela é, proporcionalmente o maior satélite natural do nosso Sistema Solar.
Sua origem é incerta, mas elementos em comum indicam que tanto a Terra quanto a Lua apresentam uma origem em comum, existindo mais de uma teoria sobre sua existência.

Em 2010 a primeira lua cheia é foi a maior e mais brilhante, a explicação para o fenômeno é a proximidade do satélite em relação à Terra. A Lua esteve 14% maior e 30% mais brilhante na noite de sexta feira.

A Lua é um dos corpos celestes mais conhecidos, graças às várias missões realizadas. No dia 20 de julho de 1969 Neil Armstrong foi o primeiro homem a pisar na Lua, imortalizando a seguinte frase:

"Este é um pequeno passo para um homem, mas um grande salto para a humanidade".

Existem divergências quanto à veracidade deste feito, e muitos acreditam que a ida a Lua não passa de uma fraude. (Clique para mais informações).






Sob o véu...


Como não poderia deixar de ser, a Lua sempre encantou o homem, que impressionado,influenciou uma série de mitos para explicar sua existência, aumentando consideravelmente o fascínio que ela exerce.


Mitologia Grega

Selene é a deusa grega (seu nome deriva do grego Selas, "Luz", "Claridade") que representava todas as fases da Lua. Filha dos titãs Hipérion e Téia, irmã de Hélio (Sol) e de Eos (Aurora).
Segundo lendas, os demais titãs acometidos pela inveja, lançaram o belo e feliz Hélio às águas do Erídano. Sua irmã, ao saber do triste destino do irmão se matou.
Téia, acometida pelo sofrimento, não acreditou que o filho estivesse morto, e pôr-se a procurá-lo sem descanso, nas águas negras do Erídano. Fatigada, adormeceu, e durante seu sono Hélio apareceu e pediu que não mais chorasse, pois ele e sua irmã Selene viviam juntos no Olimpo.
Ao acordar Téia viu seus filhos iluminando o sofrimento e a alegria de todos os mortais.
Assim, Selene acompanha a noite, Eos anuncia a chegada de Hélio que acompanha o dia.

Outra lenda fala que a deusa se apaixonou por um mortal, Edimion, com quem teve 50 filhos.
Edimion era humano, e por isso mortal, suscetível ao envelhecimento e a morte. Assim, Selene pediu a Zeus para que o tornasse imortal e eternamente jovem, e ele o fez, mas sob a condição de que seu amado dormiria eternamente.
Desta forma, a deusa o visitava todas as noites para se unir com ele.

Os gregos não possuíam um culto desenvolvido da Lua, quando o comparamos com outras culturas, mas existem indícios de um culto no Peloponeso após o período clássico. A deusa, segundo as histórias, não permanecia no Olimpo como os demais deuses e sim no céu onde fazia sua jornada, mas antes se banhava no mar. Possuia, nas crendices populares, considerável relação com o nascimento, falecimento, crescimento e fertilidade.
Na mitologia grega Artémis representava a Lua Nova, simbolizando o nascimento; Selene a Lua Cheia, e simbolizaria a magia; e Hécate o quarto minguante e crescente, simbolizando a magia, a bruxaria e a morte. Com o tempo, e dependendo da região estas deusas se tornaram uma só, sendo adaptadas por outras culturas como a romana.

Os romanos a identificavam como Diana (Deusa da Caça), e em sua forma primitiva era adorada como uma vaca com os "Chifres da Consagração", em forma de lua crescente.
É celebrada no dia 7 de fevereiro, sendo frequentemente associada à Hécate por sua influência na magia.


Mitologia Filipina

Os filipinos acreditavam que a Lua era um pente crescente de prata e as estrelas eram colares de diamantes.
Certa vez, uma comunidade que vivia em meio a um campo de arroz, onde a agricultura trazia sempre muita abundância para a comunidade havia uma bela jovem que se preocupava unicamente em cultivar sua beleza, se importando principalmente com seu longo cabelo negro. Nunca deixando que nada que não fosse o melhor o tocasse, escovando regularmente com um pente de prata na forma de um crescente. Revestindo seu cabelo de jóias e diamantes.
Um dia trabalhando, ela martelava grãos de milho e palay (hastes de arroz) em um pilão, sua mãe observou o colar de pedrarias em sua cabeça, do pente de prata furado em seu cabelo. Então ela lhe disse que coloca-se tudo de lado para poder trabalhar. Assim ela pendurou suas jóias no céu, e com pressa de terminar seu trabalho martelou os grãos muito fortemente, levantando o pilão. Com sua força ela também acertou o céu que foi mais alto ainda, levando consigo seus pentes e jóias, que se transformaram na lua e nas estrelas.



Mitologia Nórdica


Na Mitologia Nórdica Mani é o Deus da lua, irmão gêmeo da Deusa Sigel, por serem irmãos gêmeos são muito comparados com Ártemis e Apolo (deuses do sol e da lua da mitologia grega) que também são gêmeos.
Filho dos gigantes Mundilfari e Glaur, assim como sua irmã Sigel, Mani é constantemente perseguido por um lobo sangrento chamado Hati que o persegue durante a noite com o objetivo de matá-lo e libertar seu pai Fenrir.
De acordo com a profecia durante o Ragnarok Hati alcançará Mani, o matará e o devorará criando um eclipse junto com seu irmão Skoll, assim libertando seu pai Fenrir que está aprisionado pela corrente Gleipnir.




Encontrei outra versão, mas com a divindade Nanna (ou Sin), originalmente era a divindade suméria da Lua (associado à Lua Nova), protegendo a produção e a fertilidade dos campos, bem como o gado. Era representado por símbolos lunares (como o crescente sobre a cabeça). Era, sobretudo cultuado em Ur. Preferi colocar as duas informações, por não ter absoluta certeza de ambas.

A Lua era representada pela Deusa Nanna, que era casada com o deus Baldur (Sol). Tendo com ele um filho, Forseti, Deus da Justiça e Verdade.
Embora sejam os Deuses do Sol e da Lua, eles não eram o Sol e a Lua. Estes últimos eram os dois irmãos Arrak (lua) e Asvid (sol) que foram tirados de Midgard por Odin pela beleza e colocados em carruagens que rodam os céus perseguidos pelos lobos Skoll e Hati até o dia do Ragnarok quando então serão devorados.
Nanna morreu de sofrimento no enterro de Baldur, e foram colocados juntos, em um barco para um enterro viking. Existem lendas que Nanna retornará juntamente com Baldur após o Ragnarok.





Mitologia Egípcia

A Lua era representada pelo Deus Khonsu, filho de Amon e da Deusa Mut, é visto de duas maneiras diferentes. Na primeira ele se assemelha a Rá (representado por um falcão), mas diferentemente de Rá, Deus solar, Khonsu traz uma simbologia lunar, na cabeça traz o disco lunar. Em uma segunda representação ele se assemelha ao Deus Osíris, porém com uma trança egípcia infantil e com o símbolo lunar na cabeça, ao contrário da coroa com plumas de Osíris.
Khonsu também é Deus do conhecimento, sendo representado jogando Senet (um jogo de tabuleiro) com o Deus Toth.
Outro Deus lunar da mitologia egípcia é: Aah (representado por um homem barbado usando um disco e o crescente lunar na cabeça). A Deusa Bastet ficou associada a Lua, após o domínio grego no Egito, quando estes a associaram Ártemis.
Os ciclos da Lua também representam a luta entre os Deuses Seth e Hórus, ou seja, princípios de bem e mal, ordem e caos, luz e trevas.
O Eclipse Lunar representava então, o roubo do Olho Lunar de Hórus por seu tio Seth. Então Thoth, Deus da sabedoria, procura e encontra na escuridão o Olho, e o coloca no firmamento para voltar a refletir a luz solar.


Mitologia Asteca

A Lua ou Xochiquetzal (seu nome significa "flor preciosa) é companheira do Sol, protetora dos amantes, família e nascimento.
Sua morada está localizada em Tamoanchan (uma montanha), depósito das águas universais da vida em que o homem deposita os zoospermas. Lugar parasidíaco, adornado de flores, de fluentes rios azuis e onde cresce a xochitlikakan, a árvore maravilhosa que basta os apaixonados descansarem debaixo dela ou tocarem seus galhos e flores para que sejam eternamente felizes. É também a padroeira do dia 21 do calendário asteca.

Foi mulher do Deus Tlaloc, Deus da chuva, mas acabou sendo raptada por Tezcatlipoca que a levou aos nove céus. Permanecia um determinado tempo sobre a Terra, mas depois retornava ao seu lugar de origem.

Seu templo estava dentro do templo Maior de Tenochtitlan. Embora pequeno, reluzia entre bordados, plumas, pedras preciosas e adornos de ouro. Xochiquetzal tinha o poder de perdoar. A seu templo iam as mulheres grávidas, depois de tomar um banho lustral, para confessar seus pecados, pedir seu perdão e ajuda.

Em sua homenagem são celebradas grandes festas, nas quais se ofereciam flores, especialmente calêndulas. Teve vários nomes incluindo Ixquina e Tlaelquani. Vivia no alto da montanha dos nove céus.

Xochiquetzal era chamada pelas mulheres astecas como "A Senhora com saia de penas azuis" ou "A Mãe das flores" e era venerada com oferendas de pequenas figuras de barro.


Mitologia Maia

A Lua era chamada de Ixchel, sendo temida, pois controlava as tempestades e mares. Era também protetora das mulheres em trabalho de parto.
A "Senhora do Arco-íris" se chamava Ixchel, uma velha Deusa da Lua e da Serpente na mitologia maia. Os maias habitaram o sul do México e Guatemala. Viveram em torno de 250 d. C. e associavam os eventos humanos com as fases da Lua. Seu marido é o caritativo Deus da Lua, Itzamna.
O símbolo desta Deusa é o vaso emborcado do infortúnio. Sobre sua cabeça repousa uma serpente mortífera, suas mãos e pés têm garras afiadas de animais e seus traje é adornado com as cruzes feitas de ossos, emblema da morte.




Mitologia Celta

Era representado por Arianrhod que simbolizava os poderes divinatórios. Outra representação é Ceridwen, Deusa da Lua Nova, também representando os poderes divinatórios, além das ervas, feitiços e a morte.
A Lua Nova para o celtas, representava o início de um ciclo. Representa a donzela, a inocência, a potencialidade.
A Lua Cheia simboliza a fertilidade, a abundância e a clarividência por ser considerada a fase madura da Lua. Muito feminina e poderosa, ajuda as sementes a germinar.
O Quarto Minguante é considerado como a altura ideal para se adiar ou abandonar coisas, associado à magia negra.


Mitologia Indígena Brasileira

Jacyé a Deusa-Lua, a poderosa Mãe da Noite e Senhora dos Deuses. Tem duas formas: Jacy Omunhã (Lua Nova) e Jacy Icaua (Lua Cheia).
Uma lenda que mostra Jacy como entidade masculina:

"Há muitos anos, nas margens do majestoso Rio Amazonas, Naia, uma jovem e bela índia ficava a admirar e contemplar por longas horas a beleza da lua branca e o mistério das estrelas. Enquanto o aroma da noite tropical enfeitava aqueles sonhos, a lua deitava uma luz intensa nas águas, fazendo Naia subir numa árvore alta para tentar tocar a lua. Ela não obteve êxito. No próximo dia, ela decidiu subir as montanhas distantes para sentir com suas mãos a maciez aveludada do rosto da lua, mas novamente ela falhou. Quando chegou lá, a lua estava tão alta que retornou à aldeia desapontada. Ela acreditava que a Lua era um bonito guerreiro - Jaci, e sonhava em ser a noiva desse bravo guerreiro. Na noite seguinte, Naia deixou a aldeia esperando realizar seu sonho. Ela tomou o caminho do rio para encontrar a lua nas negras águas. Refletida no espelho das águas, lá estava a Lua, imensa, resplandescente. Naia, em sua inocência, pensou que a lua tinha vindo se banhar no rio e permitir que fosse tocada. Ela mergulhou nas profundezas das águas desaparecendo para sempre. A lua, sentindo pena daquela tão jovem vida agora perdida, transformou Naia em uma flor gigante - a Vitória Régia - com um inebriante perfume e pétalas que se abrem nas águas para receber em toda sua superfície, a luz da lua."

Outros deuses lunares: Uanana (Deusa-Lua andrógina dos tucanos), Urutau (Pássaro feérico amazônica considerado a Mãe da Lua)



Mitologia Japonesa


Na crença japonesa a Lua é representada por Tsukiyomi ou Tsukuyomi, irmão da Deusa Solar Amaterasu e de Susanoo.
Ele é a segunda das "Três Nobres Crianças" nascidas quando Izanagi, o Deus que criou a primeira terr, Onogoro-Shima, estava se purificando, enquanto se banhava após ter escapado do mundo subterrâneo e das correntes de sua enraivecida esposa Izanami. Tsukuyomi nasceu quando Izanagi lavou seu olho direito, dando origem a Deus Lunar.
Em uma versão alternativa, Tsukuyomi nasce de um espelho de cobre branco na mão direita de Izanagi.
Tsukuyomi vive em Takamagahara, com sua irmã Amaterasu, após ter subido a escada celestial.
Tsukuyomi também é conhecido por Tsukuyomi-no-kami.

obs.: a foto é de Amaterasu


Lua Negra

Lilith, em astrologia, é um corpo celeste que transita numa órbita invisível para a astronomia oficial. Os cabalistas hebreus denominam este astro misterioso de Lilith, a Lua Negra.
Embora, oficialmente não haja comprovações de sua existência, os astrônomos Riccioli, Cassini e Alischer confirmaram sua existência. Para os pitagóricos chamaram-no de Vulcano, elevando-o como um segundo satélite da Terra; alguns ocultistas chamam de Antiterra, um planeta análogo a Terra que descreveria uma elipse em sentido contrário ao terreno.

Para o tarot, Lilith está associada à carta da Lua e sua face obscura, que simbolizam o inconsciente, as ilusões, às práticas de magia e sortilégios.
Para os teósofos a Lua precede a Terra, sendo mais velha. Na evolução do cosmo, que segue uma hierarquia, a Lua seria mãe da Terra. Os "Deuses Lunares", ou "Pitris" (entre os indianos), são ancestrais da raça humana.
Um globo que morre transfere sua energia para outro que nasce, assim na cadeia planetária teosófica, a Lua tornou-se um planeta morto, em que sua rotação praticamente cessou. A Lua é o satélite da Terra, mas isso não quer dizer que ela não nos tenha dado tudo, exceto seu cadáver.

"A Lua é hoje frio resíduo, a sombra arrastada pelo corpo novo para o qual se fez a transfusão de seus poderes e princípios de vida. Está agora condenada a seguir a Terra durante longos evos, atraindo-a e sendo por ela atraída. Incessantemente vampirizada por sua filha, vinga-se impregnando-a com a influência nefasta, invisível e venenosa que emana do lado oculto de sua natureza. Pois é um Corpo morto, e no entanto vive. As partículas de seu cadáver em decomposição estão cheias de vida ativa e destruidora, embora o corpo que elas anteriormente formavam esteja sem alma e sem vida. (...) Como os fantasmas e vampiros, a Lua é amiga dos feiticeiros e inimiga dos imprudentes." (BLAVATSKY. 2000, p 200)."


Animais de simbologia lunar



Dragão - Apesar de inicialmente ligado a eclipses lunares e solares, os dragões estão associados à Lua. Essa noção de dragões e eclipses era comum na china, no norte da Ásia, na Finlândia, na Lituânia, no norte da África, na Pérsia. As lendas dizem que os dragões geralmente voam à luz do luar.


Boi - Na Grécia e em Roma, esse era considerado um animal lunar.

Cão - Cães vêm há muito tempo sendo associados a deidades lunares, especialmente deusas da Lua Crescente. Entre os nórdicos havia a história de Managarmr (cão lunar), o mais poderoso de todos os cabinos sobrenaturais. Cães de caça e matilhas de cães, como Alani de Diana, representavam as energias perigosas da Lua. Hécate sempre vagava pela noite com uma matilha de cães negros.


Cobra - Um símbolo da Deusa, é o mesmo que espiral quando enrolada. Por vezes cada volta da espiral marca um dia no calendário lunar. Linhas em ziguezague representam cobras. Serpentes eram associadas à Lua Nova por serem considera - das relacionadas ao submundo. Algumas Deusas da lua nova eram retratadas como tendo cabelos de serpentes. Há gravuras mostrando Cibele oferecendo uma taça a uma cobra. Na mitologia mexicana, existem lendas da mulher serpente (Lua) que é devorada pelo Sol, numa descrição de um eclipse ou das fases da lua.

Coruja - A coruja rapinante noturno, com seus grandes olhos, há muito é associada à Lua. Para os egípcios a coruja era um símbolo de morte, noite e frio. Para os gregos, entretanto, era um símbolo de sabedoria e da deusa Atena. Seus olhos vidrados a ligavam às deusas dos olhos, Lilith, Minerva, Blodeuwedd, Anat e Mari, entre outras. A coruja sempre foi associada à lua, à sabedoria, aos mistérios sagrados lunares e às iniciações.


Gato - Especialmente para os egípcios, essa era uma criatura lunar. O gato é sagrado as deusas Ísis, Bast, Ártemis, Diana, Freya e outras. Quando Diana passou a ser conhecida como Rainha das Bruxas durante a Idade Média, o gato passou a ser associados à bruxaria, ou ao culto da Deusa.

Lebre ou Coelho - Muitas culturas ao redor do mundo, incluindo o Tibet, a China, África, Ceilão e algumas tribos nativas americanas, diziam que a lebre vivia na Lua com as deidades lunares. Especialmente associada às deusas lunares.


Lobo - Muitos deuses e deusas, ligados à Lua, tinham também como símbolo o lobo. O lobo uiva para a Lua, assim como os cães; eles caçam e brincam ao luar. As sacerdotisas da Lua de muitas culturas eram adeptas de viagens astrais e transmutações, talentos normalmente praticados à noite. Também celebravam rituais, dançando e cantando a céu aberto, sob a Lua. Um festival romano, a Lupercália, honrava a deusa - loba Lupa ou Ferônia. Os nórdicos acreditavam que o lobo gigante Hati perseguia a lua e nos dias finais comeria esse corpo celeste.

Morcego - Criatura constantemente associada à Lua e à escuridão. Na China, sorte e felicidade; na Europa, criatura companheira da deusa Hel. Os cristãos tornaram - no mau e demoníaco numa tentativa de dissociar as pessoas da deusa.

Peixe - Em algumas culturas, a Lua era simbolizada por um peixe em vez de uma cobra. Algumas deusas lunares possuíam caudas de peixes, semelhante a sereias.

Porca - A porca branca tem sido associada a deidades lunares desde as terras celtas até o Mediterrâneo. Ligada a Astare, Cerridewn, Deméter, Freya, a Marici Budista.

Rã - Algumas culturas viam uma rã, em vez de lebre, na lua. Em algumas partes da Ásia, da África e da América do Norte, a rã era um símbolo da Lua e da fertilidade.

Sapo - Símbolo lunar muito comum; por vezes chamado de rã. No Egito, Hekat, a deusa - sapo, estava ligada aos nascimentos.

Touro - Inicialmente esse era um símbolo lunar da Grande Mãe, com os chifres representando a Lua Crescente. Posteriormente, quando passou a representar deuses solares, ainda estava constantemente ligado a uma deusa lunar como Cibele e Attis.

Vaca - Símbolo feminino tanto da Terra como da Lua. Deusas egípcias contadas tanto à Lua com a vaca eram Ísis, Hathor e Neith, entre outras.


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Fontes: